Este jogo (KLONOA) marca o início de uma nova era de jogos destinados a uma audiência jovem para um leque maior de pessoas incluindo adultos (provavelmente por causa de o jogo não ser um jogo de arcada. Este jogo é o tipico jogo de plataformas 2D com gráficos 3D, da versão de Pandemonium.

Klonoa é suposto ser um rato. Ele é um estranho querido roedor, com orelhas que o fazem voar e com um colar que aparenta ser roubado de um gato. Mas isto não interessa, porque ao contrário dos concorrentes do oeste, os designer japoneses sabem como criar uma boa personagem. Os olhos grandes e bastante coloridos, fazem de Klonoa um herói para as crianças, mas é menos espectacular que o Sonic the Hedgehog.

Se há uma coisa ques os japoneses sabem fazer, os jogos de plataformas é uma delas. Klonoa não é excepção. O objectivo do jogo é indo juntando peças ao longo do percurso, com o tradicional vida extra aos 100 cristais. Ao longo do percurso pelos vários níveis (chamados ‘visions’) irás encontrar um sem número de estranhas criaturas com quem vais falar. Até existem os Big Bosses para serem destruídos, cada um deles tem alguns truques na manga, mas basta descobrir os seus pontos fracos e destruirás o seu poder ;).
Klonoa é um jogo bem desenhado. Os gráficos são coloridos, bem animados, e imaginativos – uma imagem de marca dos jogos japoneses. O som está bem enquadrado com o decorrer do jogo, não tornando o jogo aborrecido.

Além disso, Klonoa apresenta-nos um excelente jogo do estilo “plataformas”. Bons gráficos e engraçado de jogar. Os mais novos vão adorar jogá-lo. Os mais velhos vão recordar os antigos jogos de plataformas a 16-bits.
Autor: Fernando Ferreira
