{"id":31169,"date":"2021-09-05T15:25:18","date_gmt":"2021-09-05T16:25:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/?p=31169"},"modified":"2021-09-05T15:25:46","modified_gmt":"2021-09-05T16:25:46","slug":"imiri-sakabashira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/manga\/imiri-sakabashira\/","title":{"rendered":"Imiri Sakabashira"},"content":{"rendered":"<p>\u00c0 medida que vamos entrando mais neste mundo que \u00e9 a banda desenhada japonesa, vamos descobrindo nomes menos conhecidos. Ainda assim, para n\u00f3s, n\u00e3o japoneses, haver\u00e1 sempre nomes que, de uma forma ou de outra, poder\u00e3o ser inating\u00edveis, como por exemplo o misterioso mangak\u00e1 Imiri Sakabashira (\u3044\u307f\u308a\u9006\u67f1)  cujo o seu nome real \u00e9 Mochizuki Katsuhiro.<\/p>\n<p>Foi na cidade de Shizuoka que, a 14 de Julho de 1964, nasceu Mochizuki Katsuhiro, um dos artistas mais enigm\u00e1ticos da banda desenhada japonesa e n\u00e3o s\u00f3. Depois de ter terminado a escolaridade obrigat\u00f3ria, trabalhou localmente como empregado de escrit\u00f3rio durante v\u00e1rios anos e, nos seus tempos livres, era um \u00e1vido consumidor de mang\u00e1, ao ponto de querer tornar-se tamb\u00e9m um autor de banda desenhada.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/ImiriSakabashira.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"580\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31172\" srcset=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/ImiriSakabashira.jpg 1200w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/ImiriSakabashira-600x290.jpg 600w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/ImiriSakabashira-1024x495.jpg 1024w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/ImiriSakabashira-768x371.jpg 768w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/ImiriSakabashira-710x343.jpg 710w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/p>\n<p>Debutou em 1989 no n\u00famero 300 da revista GARO e foi partilhando os seus trabalhos por v\u00e1rias outras revistas das quais se destaca a Ax, pertencente \u00e0 editora Seirin Kogeisha. O trabalho de estreia \u00e9 uma s\u00e9rie de quatro mini-hist\u00f3rias: \u304f\u3058\u3089 (kujira &#8211; baleia), \u30a6\u30df\u30a6\u30b7 (umiushi &#8211; lesma marinha), \u30bf\u30cd(Tane &#8211; sementes) e \u3075\u304f\u3089\u306f\u304e (fukurahagi &#8211; bezerro), com 8 p\u00e1ginas cada.<\/p>\n<p>Ao longo da sua carreira, entre 1994 e 1999, publicou mais de uma dezena de mang\u00e1s, normalmente de tomos \u00fanicos e que rapidamente se tornaram raridades por terem tido tiragens baixas. Em paralelo, nunca descurou a possibilidade de ir lan\u00e7ando nas revistas de banda desenhada alternativa, em especial a GARO e a AX. Foram mais de 25 hist\u00f3rias curtas.<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m no seu per\u00edodo mais f\u00e9rtil de criatividade que Sakarashiba decide casar. A escolha para sua mulher foi Migawa Pan (\u307f\u304e\u308f\u30d1\u30f3) tamb\u00e9m ela autora de banda desenhada japonesa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ter publicado v\u00e1rios mang\u00e1s em volumes e em revistas, tamb\u00e9m fez algumas capas de discos como, por exemplo, para os japoneses GuiltyConnector e Tabata Mitsuru, Hikashu ou os brasileiros Joana Queiroz, Rafael Martini, Bernardo Ramos &#8220;GESTO&#8221;(2016). Foi ainda respons\u00e1vel pelas artes c\u00e9nicas de um grupo de teatro da sua cidade natal.<\/p>\n<p>Outro dos talentos de Sakarashiba \u00e9 a m\u00fasica. Ele pertence a uma banda chamada RODEN-GINZA que tocam um estilo de m\u00fasica indie rock com pitadas de kayoukyoku, uma esp\u00e9cie de irm\u00e3o mais novo do estilo Enka.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/Imiri-Sakabashira2.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"580\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31173\" srcset=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/Imiri-Sakabashira2.jpg 1200w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/Imiri-Sakabashira2-600x290.jpg 600w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/Imiri-Sakabashira2-1024x495.jpg 1024w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/Imiri-Sakabashira2-768x371.jpg 768w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/Imiri-Sakabashira2-710x343.jpg 710w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/p>\n<p>Sobre o seu lado mais art\u00edstico e est\u00e9tico, notamos algumas semelhan\u00e7as e influ\u00eancias de Suehiro Maruo, na forma como ele retrata um mundo muito \u00fanico e surreal. Embora Imiri Sakabashira seja um mangak\u00e1 \u201cmenor\u201d, ele \u00e9 altamente comparado a outros grandes e famosos artistas de mang\u00e1 e mesmo realizadores de cinema.<\/p>\n<p>Foi esta semana lan\u00e7ado o mang\u00e1 &#8220;A Jornada de Kappa&#8221; em Portugal pela Sendai Editora, e tem tamb\u00e9m publica\u00e7\u00f5es nos Estados Unidos (Drawn &#038; Quaterly) e It\u00e1lia (Starcomics).<\/p>\n<p><strong>Escrito por: Fernando Ferreira<\/strong><strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 medida que vamos entrando mais neste mundo que \u00e9 a banda desenhada japonesa, vamos descobrindo nomes menos conhecidos. 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