{"id":7741,"date":"2001-01-01T00:00:00","date_gmt":"2001-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/?p=7741"},"modified":"2001-01-01T00:00:00","modified_gmt":"2001-01-01T00:00:00","slug":"dbz-the-legacy-of-goku-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/games\/dbz-the-legacy-of-goku-ii\/","title":{"rendered":"DBZ: The Legacy of Goku II"},"content":{"rendered":"<p><split><\/p>\n<p>A Atari e FUNimation trazem-nos agora a sequela de &laquo;DBZ: The Legacy of Goku&raquo;, em &laquo;The Legacy of Goku II&raquo;, para o GameBoy Advance. Para os que n&atilde;o est&atilde;o familiarizados com o primeiro jogo, desenganem-se se pensam que se trata de um beat &#8216;em up com s&oacute; modos Story, Tournament, etc ou um RPG como nos antigos jogos de DBZ para GameBoy. N&atilde;o; aqui, o objectivo &eacute; seguir a hist&oacute;ria do anime com uma precis&atilde;o respeit&aacute;vel (e mais algumas novidades menores que a Atari se permitiu adicionar). Come&ccedil;amos com o jovem Gohan (perd&atilde;o, Songohan) e, num breve tutorial, mostram-nos os comandos do jogo enquanto corremos na floresta ou buscamos um livro de Matem&aacute;tica, com t&iacute;pica vista de cima &agrave; RPG. Depois come&ccedil;a a ac&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Um certo tirano espacial robotizado chega &agrave; Terra com o pai, para surpresa dos her&oacute;is. Com Songoku ainda no espa&ccedil;o, cabe a um jovem desconhecido de cabelo lil&aacute;s derrotar o invasor que tanta dor de cabe&ccedil;a lhes deu em Namek no jogo anterior apenas para os avisar do regresso de Songoku e de um novo perigo para o qual ter&atilde;o tr&ecirc;s anos para se prepararem&#8230;<\/p>\n<p>A fidelidade &agrave; hist&oacute;ria do anime, como j&aacute; disse, &eacute; absoluta; h&aacute; quem diga que as falas s&atilde;o tiradas directamente da vers&atilde;o americana, o que &eacute; de facto impressionante. Por falar em vers&atilde;o americana, temos a op&ccedil;&atilde;o de escolher outras l&iacute;nguas, como o espanhol, italiano, alem&atilde;o&#8230; e n&atilde;o, a vers&atilde;o francesa n&atilde;o usa os nomes Songohan e Petit Coeur: &eacute; Gohan e Piccolo, mesmo. Temos ainda assim Tenshinhan e Tortue Genial&#8230;<\/p>\n<p>Assim temos de fazer a aventura completa com Songohan, derrotando inimigos menores, subindo de n&iacute;vel, ficando mais forte e, eventualmente, acedendo a novas personagens. Seguem-se Sat&atilde;, Vegeta, Trunks e finalmente Songoku. Claro que o que &agrave; partida podia ser um jogo curto logo se torna mais elaborado com todas as sidequests que temos de fazer&#8230; achar uma sandes para o H&eacute;rcules, transportar ovos de dinossauro, salvar uma quinta de um bando de triceratops, desactivar geradores, derrotar um mafioso e o seu guarda-costas TaoPaiPai e, inevitavelmente, conseguir o radar para obter as 7 bolas de cristal. Entre os inimigos a derrotar temos animais selvagens (aquela alcateia nas plan&iacute;cies geladas &eacute; um inimigo de respeito), ninjas e soldados -_-; e robots do Red Ribbon Army. Tudo isto para derrotar ciborgues e, eventualmente, o Perfect Cell.<\/p>\n<table><img>images\/games\/dbz2\/dbz1.jpg<\/img><imgsplit><img>images\/games\/dbz2\/dbz2.jpg<\/img><imgsplit><img>images\/games\/dbz2\/dbz3.jpg<\/img><\/table>\n<p>Mas h&aacute; mais: para o jogo ficar absolutamente acabado temos direito a um c&oacute;mico final alternativo num talk show, no qual temos de recolher as est&aacute;tuas de todos os guerreiros. Para tal, temos n&atilde;o s&oacute; de os treinar (excepto Songoku) ao n&iacute;vel m&aacute;ximo (50), como encontrar 7 Nameks espalhados pelo mundo para irmos ao seu novo planeta defrontar um inimigo inesperado. E o &uacute;ltimo est&aacute; BEM escondido, nem o radar assinala o local onde est&aacute;&#8230; Finalmente, se quisermos, podemos tentar achar 25 c&aacute;psulas douradas do pai da Bulma (o que requer MAIS sidequests) o que nos permite aceder ao n&iacute;vel de v&ocirc;o sem ser necess&aacute;rio estarmos ao p&eacute; de um poste de Mapa-mundo. N&atilde;o merece muito a pena.<\/p>\n<p>Como se v&ecirc;, h&aacute; muito para fazer. Cada personagem pode interagir (apanhar, conversar&#8230;), dar socos &#038; pontap&eacute;s, lan&ccedil;ar rajadas de Ki (o m&eacute;todo mais eficaz, na minha opini&atilde;o), recorrer a ataques t&iacute;picos (como o Kamehameha do Songohan e o Big Bang do Vegeta) e transformar-se na respectiva forma Super. &Agrave; excep&ccedil;&atilde;o dos socos, tudo consome Ki, que vemos diminuir numa barra verde. Para o repor, assim como a sa&uacute;de (barra vermelha), temos de destruir rochedos e inimigos, que largam comida ou energia. Depois de um tempo habituamo-nos facilmente aos comandos simples. Ao contr&aacute;rio de &laquo;Legacy of Goku&raquo;, n&atilde;o podemos voar no &eacute;cran de ac&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><split><\/p>\n<p>Podem ter uma ideia dos gr&aacute;ficos a partir das figuras &agrave; esquerda. Repito que toda a ac&ccedil;&atilde;o &eacute; mostrada no jogo, de modo que h&aacute; muitas sequ&ecirc;ncias animadas, sempre com esse tipo de gr&aacute;ficos. Isto em vez de imagens tiradas do anime, como no jogo anterior. Aqui est&atilde;o ausentes.<\/p>\n<p>Quanto ao som, acredito que podia ser melhor. As m&uacute;sicas tornam-se mon&oacute;tonas facilmente, sobretudo depois de v&aacute;rias horas de treino para subir de n&iacute;vel. A excep&ccedil;&atilde;o &eacute; a ilha do Tartaruga Genial, onde n&atilde;o se pode treinar&#8230; Tamb&eacute;m podiam estar presentes exemplos das m&uacute;sicas cl&aacute;ssicas como &laquo;We gotta power&raquo;, etc&#8230; Em compensa&ccedil;&atilde;o, os efeitos sonoros s&atilde;o bastante agrad&aacute;veis, desde a simples rajada de Ki ao som da chuva. <\/p>\n<p>Antes da conclus&atilde;o, aqui ficam alguns pontos fortes e fracos do jogo:<\/p>\n<p>Fortes                                     <br \/>&#8211; Ao contr&aacute;rio de &laquo;Legacy of Goku&raquo;, quando subimos de n&iacute;vel regeneramos completamente. <br \/>&#8211; &Eacute; engra&ccedil;ado fazermos a hist&oacute;ria na pele do nosso guerreiro preferido, e podermos escolher como acabar com o advers&aacute;rio: Pancada at&eacute; ao fim? Rajadas em barda? Pulveriz&aacute;-lo com uma For&ccedil;a Universal?<br \/>&#8211; A fidelidade ao anime &eacute; verdadeiramente not&aacute;vel. Quem ficou sem compreender o enredo das viagens no tempo ter&aacute; agora nova oportunidade de as perceber.<br \/>&#8211; O &laquo;dispositivo&raquo; extraterrestre que regista a for&ccedil;a de combate do advers&aacute;rio permite ter uma ideia de qu&atilde;o fortes temos de estar para o derrotar.<br \/>&#8211; O modo de v&ocirc;o pelo mundo que permite escolher o s&iacute;tio para treinar est&aacute; bem feito; acedam-lhe como, por exemplo, SuperTrunks e voem para onde quiserem sem medo de gastarem Ki!<br \/>&#8211; O nosso &laquo;journal&raquo; regista todas as nossas quests, estando assinaladas as priorit&aacute;rias, para que n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de nenhuma.<br \/>&#8211; Gostei do pormenor da viagem a Namek&#8230;<br \/>&#8211; Se tivermos a nossa sa&uacute;de no m&aacute;ximo mas pouca Ki, os rochedos\/inimigos s&oacute; largar&atilde;o globos de energia, e vice-versa.<\/p>\n<table><img>images\/games\/dbz2\/dbz4.jpg<\/img><imgsplit><img>images\/games\/dbz2\/dbz5.jpg<\/img><imgsplit><img>images\/games\/dbz2\/dbz6.jpg<\/img><\/table>\n<p>Fracos<br \/>&#8211; Nem sempre podemos escolher qualquer personagem; por exemplo, tem de ser o Songoku a ser o primeiro a enfrentar o Cell no torneio.<br \/>&#8211; O facto de termos de treinar e ganhar n&iacute;veis para termos alguma hip&oacute;tese contra os bosses pode ser desagrad&aacute;vel para alguns jogadores menos pacientes.<br \/>&#8211; Ao fim de um tempo ficar&atilde;o fartos das m&uacute;sicas&#8230;<br \/>&#8211; A nossa vida seria MUITO facilitada se os bosses dessem experi&ecirc;ncia.<br \/>&#8211; Mesmo quando somos derrotados (ex: Vegeta contra C18) temos de tirar parte da energia do advers&aacute;rio; se formos mesmo derrotados perdemos o jogo.<br \/>&#8211; &Eacute; um pouco dif&iacute;cil de engolir que um Songoku no m&aacute;ximo da sua for&ccedil;a tenha dificuldade em dar cabo de uma alcateia de lobos das neves, assim como um grupo de ninjas, etc&#8230; teria mais cabimento que os inimigos ficassem muito f&aacute;ceis de derrotar depois do n&iacute;vel 45.<br \/>&#8211; E a pior de todas&#8230; n&atilde;o tenham expectativas: olhos azuis e cabelos loiros valem pouco no jogo, excepto talvez contra certos bosses. Al&eacute;m disso, a barra de ki &eacute; drenada r&aacute;pido demais para nos divertirmos contra inimigos vulgares. <\/p>\n<p><split><\/p>\n<p>Como viram, usei novamente a nomenclatura Novaga neste artigo, parecida com a francesa, por ser a mais conhecida. Os puristas que me desculpem outra vez. E depois de tudo isto, o que dizer do jogo? Enfim, &eacute; um jogo:<br \/>1) a evitar para quem n&atilde;o tem paci&ecirc;ncia para treinar e subir de n&iacute;vel;<br \/>2) um jogo agrad&aacute;vel para quem gosta de uma aventura e dar cabo de uns bosses, mesmo se n&atilde;o se est&aacute; ao corrente da hist&oacute;ria;<br \/>3) indispens&aacute;vel para quem &eacute; f&atilde; de DragonBall Z. Se jogaram o &laquo;Legacy of Goku&raquo; I e gostaram, &eacute; garantido que esta sequela vai agradar muito mais.<\/p>\n<p>Ali&aacute;s, posso adiantar que a sequela s&oacute; fica a dever ao original em dois pontos. O primeiro &eacute; a AI inferior dos Bosses (n&atilde;o sabem contornar rochas para nos ca&ccedil;arem) e o segundo a capacidade de voar no &eacute;cran de ac&ccedil;&atilde;o (mas isto, suponho, foi para aumentar as sidequests e as tarefas a cumprir). E agora, para quem quiser, umas dicas&#8230;<\/p>\n<table><img>images\/games\/dbz2\/dbz7.jpg<\/img><imgsplit><img>images\/games\/dbz2\/dbz8.jpg<\/img><imgsplit><img>images\/games\/dbz2\/dbz9.jpg<\/img><\/table>\n<p> &#8211; Poupem as c&aacute;psulas de For&ccedil;a, Resist&ecirc;ncia, etc, para o final do jogo. Se decidirem ver o final   alternativo no talk show, precisar&atilde;o delas. A excep&ccedil;&atilde;o &eacute; a primeira, perto da casa do Songohan,  visto que n&atilde;o ter&atilde;o a oportunidade de treinar antes do combate contra o primeiro Boss.<br \/> &#8211; Penso que o melhor s&iacute;tio para treinar &eacute; nas Northern Mountains. Fa&ccedil;am um esfor&ccedil;o para treinarem o Vegeta ao n&iacute;vel m&aacute;ximo, j&aacute; que isso vos permitir&aacute;     aceder a uma &aacute;rea com dois Destroyers dourados que d&atilde;o muita experi&ecirc;ncia, e depois poder&atilde;o treinar os outros personagens nessa mesma &aacute;rea. H&aacute; quem prefira os dinossauros na &aacute;rea chuvosa tamb&eacute;m nas Northern Mountains. O melhor mesmo &eacute; acabar com uma data de inimigos de uma s&oacute; vez, o que d&aacute; experi&ecirc;ncia e larga comida e energia; infelizmente, a melhor maneira de o fazer &eacute; com golpes cont&iacute;nuos como o Kamehameha, e o Vegeta, assim como o Trunks, n&atilde;o t&ecirc;m nenhum.<\/p>\n<p>&#8211; Se estiverem aflitos com um boss, procurem um canto sossegado e recuperem Ki.<br \/>&#8211; A certa altura, poder&atilde;o precisar de peixe. Ninjas ao p&eacute; de lagos(!) e crocodilos est&atilde;o entre os inimigos que mais frequentemente os largam.<br \/>&#8211; Falem com toda a gente, explorem todos os lugares, recolham todos os itens. N&atilde;o se esque&ccedil;am de  falar com o Korin na &aacute;rea do Para&iacute;so.<br \/>&#8211; Depois de terminarem o jogo, vejam os Cr&eacute;ditos Finais e esperem para (re)ver o que sucede quando o Trunks voltou ao futuro.<\/p>\n<p><split><br \/><b>Autor:GoldPhoenix<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Atari e FUNimation trazem-nos agora a sequela de &laquo;DBZ: The Legacy of Goku&raquo;, em &laquo;The Legacy of Goku II&raquo;, para o GameBoy Advance. 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