{"id":7921,"date":"2005-11-21T00:00:00","date_gmt":"2005-11-21T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/?p=7921"},"modified":"2020-04-10T14:24:35","modified_gmt":"2020-04-10T15:24:35","slug":"pizzicato-five","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/music\/pizzicato-five\/","title":{"rendered":"Pizzicato Five"},"content":{"rendered":"<p>Sendo um dos mais famosos projectos musicais fora do Jap\u00e3o, os Pizzicato Five (ou P5) s\u00e3o ainda hoje, passados cerca de cinco anos desde o t\u00e9rmino das actividades como colectivo, a refer\u00eancia maior do chamado Shibuya-key, &#8216;movimento&#8217; musical (e com muitos aspectos relacionados com design), que surgiu na zona comercial trendy de Shibuya (T\u00f3quio).<\/p>\n<p>Englobando nomes sonantes como Flipper&#8217;s Guitar (duo composto por duas figuras chave, Keigo Oyamada, mais conhecido por Cornelius, e Kenji Ozawa), Fancy Face Groovy Name (banda que revelou Kahimi Karie e Takako Minekawa) ou Fantastic Plastic Machine, o Shibuya-key, actualmente mais um r\u00f3tulo comercial, englobava um grupo de artistas, muitos deles com mais do que uma &#8216;ocupa\u00e7\u00e3o art\u00edstica&#8217;, numa atitude e estilo de vida t\u00e3o despreocupada e art\u00edstica como pretenciosa e escapista, que encontrava em elementos Retro-Kitsch a sua principal fonte (inesgot\u00e1vel) para tentar reformular a cultura pop japonesa, juntando a isso uma forte influ\u00eancia de elementos pop (a maioria exteriores ao Jap\u00e3o), quer musicalmente quer visualmente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29241\" src=\"http:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_1.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"580\" srcset=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_1.jpg 1280w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_1-600x272.jpg 600w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_1-768x348.jpg 768w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_1-1024x464.jpg 1024w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_1-710x322.jpg 710w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>A g\u00e9nese dos P5 d\u00e1-se quando este movimento come\u00e7ou a dar os primeiros passos, na altura ainda sem o reconhecimento que adquiriu nos anos 90, usando as mesmas e in\u00fameras refer\u00eancias da m\u00fasica pop anglo-sax\u00f3nica nos anos 60, do Lounge\/Easy Listening e das bandas sonoras dos 60 (sobretudo do cine beat), da m\u00fasica ye-ye francesa ou de compositores como Burt Bacharach e Serge Gainsbourg, combinando por vezes com essas influ\u00eancias sons mais electr\u00f3nicos, que depois marcariam algumas das variantes da Club Scene dos 90. A &#8216;atitude visual&#8217; da banda acompanhava estas influ\u00eancias sonoras, como de resto todos os envolvidos no Shibuya-key, misturando diversos elementos Kitsch dos anos 60, criando uma amalgama arty que revelava simultaneamente uma vis\u00e3o ironicamente divertida como pretenciosamente s\u00e9ria em rela\u00e7\u00e3o a esta reciclagem pop.<\/p>\n<p>O grupo come\u00e7ou a ser pensado em 1979, quando Yasuharu Konishi e Keitaro Takanami, ambos estudantes da universidade de Aoyama, uniram esfor\u00e7os para criar um projecto musical que revelasse os seus gostos em comum pela pop de contornos mais retro e que simultaneamente conseguisse ter uma presen\u00e7a visual metodicamente assente nos mesmos padr\u00f5es. Apesar desta uni\u00e3o de esfor\u00e7os nessa altura, foi apenas em 1984 que nasceu oficialmente o grupo, com a adi\u00e7\u00e3o de Ryo Kamamiya, da vocalista Mamiko Sasaki e de Shigeo Miyata, que abandonou o grupo poucos meses depois.<\/p>\n<p>Mesmo reduzidos a quatro elementos os Pizzicato mantiveram o &#8216;five&#8217; no nome e lan\u00e7aram o seu primeiro single, &#8220;Audrey Hepburn Complex&#8221;, revelando uma das &#8220;refer\u00eancias cinematogr\u00e1ficas&#8221; que sempre estiveram presentes na carreira da banda, e em 1986 o primeiro Lp &#8220;Pizzicato Five in Action&#8221;, que gerou cr\u00edticas favor\u00e1veis, logo seguido de &#8220;Couples&#8221;, com modesto n\u00famero de vendas, mas que mostrava j\u00e1 que a dupla Konishi\/Takanami estavam j\u00e1 \u00e0 perto de conseguir can\u00e7\u00f5es pop perfeitas, com recurso ao uso de elementos que at\u00e9 ent\u00e3o eram considerados demasiado &#8216;pirosos&#8217; e nost\u00e1lgicos para serem considerados comerciais.<\/p>\n<p>Embora mantendo uma exist\u00eancia flu\u00edda, a banda come\u00e7ou a ter mudan\u00e7as de line-up constantes at\u00e9 ao in\u00edcio dos anos 90, muito devido a press\u00f5es comerciais da CBS SONY (a editora da banda nesses primeiros anos), tendo apenas Konishi e Takanami se mantido como membros centrais e principais compositores da banda. Com a inclus\u00e3o de Tajima Takao como vocalista, que gravou com a banda o album &#8220;Belissima!&#8221; (em 1988), os P5 come\u00e7aram a ganhar maior relev\u00e2ncia no panorama pop nip\u00f3nico, assinando algumas bandas sonoras para s\u00e9rie de dorama e outros projectos &#8220;comerciais&#8221;, sobretudo para publicidade, sobretudo devido \u00e0 cada vez maior relev\u00e2ncia de Konishi como produtor musical.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29242\" src=\"http:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_2.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"580\" srcset=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_2.jpg 1280w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_2-600x272.jpg 600w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_2-768x348.jpg 768w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_2-1024x464.jpg 1024w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_2-710x322.jpg 710w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>Mas foi apenas no ano seguinte que se d\u00e1 a maior mudan\u00e7a na banda, e que come\u00e7ou verdadeiramente a carreira internacional dos P5, com a inclus\u00e3o da carism\u00e1tica Nomiya Maki, que primeiro deu voz a &#8220;Satellite Hour&#8221;, faixa inclu\u00edda em &#8220;On Her Majesty&#8217;s Request&#8221; (1989) e depois, devido \u00e0 desist\u00eancia de Tajima (para se dedicar em full time ao projecto Original Love), se assumiu como a figura central da banda em 1990 nos albuns &#8220;Soft Landing on the Moon&#8221; e &#8220;Lover&#8217;s Rock&#8221;. Desde logo ficou patente que o trio Konishi, Takanami e Maki possuiam um entendimento perfeito sobre o que poderia ser o caminho da banda, algo que desde logo ajudou o futuro da banda nos anos seguintes e ajudou a uma &#8216;mudan\u00e7a&#8217; de editora, com um contracto discogr\u00e1fico a Columbia (Jap\u00e3o)\/Triad.<\/p>\n<p>Os anos entre 1993 e 1995 foram os anos da &#8216;Pizzicato Mania&#8217;. O uso de &#8220;Sweet Soul Revue&#8221; na campanha da Kanebo Cosmetics e de outros temas em s\u00e9ries e programas televisivos, valeu aos \u00e0 banda o sucesso discogr\u00e1fico do album &#8220;Bossa Nova 2001&#8221; (1993), que atingiu directamente o n\u00famero 7 nas charts japonesas. No in\u00edcio de 1994 um contracto com a Matador, label de refer\u00eancia no universo indie nos EUA, permitiu aos P5 lan\u00e7ar &#8220;Five by Five&#8221; (a.k.a. 5X5) no mercado americano e europeu. Esta edi\u00e7\u00e3o &#8216;abriu as portas&#8217; \u00e0 edi\u00e7\u00e3o de &#8220;Overdose&#8221; e da (semi-)colect\u00e2nea &#8220;Made in USA&#8221;, o album que revela a banda ao mundo, sobretudo com os hits &#8220;Twiggy Twiggy&#8221; e &#8220;Go Go Dancer&#8221;, vendendo 200.000 exemplares no mundo inteiro, um feito not\u00e1vel para uma banda japonesa (e que canta em japon\u00eas na maior parte das vezes).<\/p>\n<p>Com o come\u00e7o do sucesso internacional da banda, Keitaro Takanami desiste do projecto, tendo os restantes P5 assumindo o formato de duo para fazer uma tour pelos EUA e Europa em Fevereiro de 1995. Entretanto d\u00e1-se o &#8216;boom&#8217; do Pop Shibuya-key, com v\u00e1rios artistas nip\u00f3nicos a ganharem relevo internacional. Os exemplos mais conhecidos ser\u00e3o os de Kahimi Karie, revelada na Europa atrav\u00e9s da edi\u00e7\u00e3o da colect\u00e2nea &#8220;Sushi 3003, Spectacular Japanese Clubpop&#8221; da label alem\u00e3 Bungalow (uma das principais divulgadoras de pop indie japon\u00eas na Europa), e Cornelius, que editou um dos \u00e1lbuns de refer\u00eancia dos anos 90, &#8220;Fantasma&#8221; pela Matador, tornando-se um dos m\u00fasicos nip\u00f3nicos mais influentes dessa d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Quase simultaneamente Konishi ganha o estatuto de &#8216;Guru&#8217; do movimento, apoiando e produzindo v\u00e1rios projectos, muitos editados pela primeira vez na Europa na j\u00e1 citada &#8220;Shushi 3003&#8221; (e na posterior &#8220;Shushi 4004&#8221;, ambos projectos de Konishi). Durante a tour europeia encontra diversos projectos sonoros com influ\u00eancias semelhantes ou influenciadas directamente pelo Shibuya-key, algo que revelou o interesse nos P5 que participarem em variados projectos paralelos e a utilizar o legado da banda nos anos 80, sendo esta uma fase muito marcada pelo carregado uso de samples dos &#8216;antigos&#8217; P5 e por dar uma &#8216;roupagem nova&#8217; a muitas das antigas faixas de refer\u00eancia da banda, reeditadas em sucessivos EPs e albuns a partir de 1995. Por essa altura Nomiya Maki come\u00e7a a ficar menos dispon\u00edvel para a ocupada agenda da banda, devido ao nascimento do seu primeiro filho, o que permitiu a Konishi fazer mais uma reciclagem intensa da carreira pr\u00e9-anos 90, o que explicar\u00e1 tamb\u00e9m estas sucessivas reedi\u00e7\u00f5es e remisturas de v\u00e1rios \u00e1lbuns nos anos seguintes.<\/p>\n<p>Nesta altura notava-se de forma clara que a carreira da banda estaria a viver uma pausa que, embora sem muitas novas edi\u00e7\u00f5es de material in\u00e9dito, permitiu atrav\u00e9s das v\u00e1rias reedi\u00e7\u00f5es (muitas vezes empacotadas em luxuosas embalagens) fazer crescer, sobretudo nos EUA e na Europa, uma consider\u00e1vel base de incondicionais fans da banda, que se reviam na atitude de &#8216;sofistica\u00e7\u00e3o Kitsch&#8217; dos P5. A cr\u00edtica, embora nem sempre consensual, acompanhou essa vaga, dividindo-se entre considerar a banda como realmente uma das maiores bandas &#8220;alternativas&#8221; da altura (como relatado num artigo da Rolling Stone aquando a edi\u00e7\u00e3o de &#8220;Made in USA&#8221;), como simultaneamente considerando os P5 como sendo apenas uma curiosidade musical bastante positiva na valoriza\u00e7\u00e3o de elementos retro, mas com uma &#8216;duvidosa&#8217; exist\u00eancia criativa. Mas mesmo as cr\u00edticas menos favor\u00e1veis \u00e0 banda real\u00e7avam a &#8216;lufada de ar fresco&#8217; que esta sonoridade trouxe ao Pop da d\u00e9cada de 90 e a alguma vertentes da Club Culture.<\/p>\n<p>Os \u00e1lbuns de originais entre 1997 e 2000 consolidaram a &#8216;f\u00f3rmula P5&#8217;, revelando uma banda cada vez mais requintada na produ\u00e7\u00e3o e na composi\u00e7\u00e3o, que simultaneamente agrada os f\u00e3s mas tamb\u00e9m encontra um generoso &#8216;nicho de mercado&#8217; mais generalizado que aumentou tamb\u00e9m o uso de algumas can\u00e7\u00f5es do (agora) duo em v\u00e1rios trabalhos comerciais, sobretudo no campo da publicidade.<\/p>\n<p>Em 2001 a banda anunciou que &#8220;C\u00e0 Et L\u00e0 Du Japon&#8221; seria o \u00faltimo album da banda, terminando a carreira com uma s\u00e9rie de eventos e concertos onde participaram tamb\u00e9m muitos dos antigos membros que passaram pelos P5. Ambos os membros, agora j\u00e1 sem terem que manter a banda, continuaram projectos que j\u00e1 mantinham nos anos precedentes.<\/p>\n<p>Nomiya Maki, agora um &#8216;\u00edcon cultural&#8217; influente, dedicou-se a v\u00e1rios projectos interdisciplinares, combinando apar\u00eancias ao vivo, produ\u00e7\u00f5es de moda (Mini She by Maki Nomiya), uma carreira musical, quer a solo, quer com o projecto (de performance) Oui Oui e escritora de livros sobre &#8216;life style&#8217;, sendo ainda hoje uma figura conhecida da Club Scene e da ind\u00fastria da Moda no Jap\u00e3o e nos EUA.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29240\" src=\"http:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_3.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"580\" srcset=\"https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_3.jpg 1280w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_3-600x272.jpg 600w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_3-768x348.jpg 768w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_3-1024x464.jpg 1024w, https:\/\/www.clubotaku.org\/nijiwp\/wp-content\/uploads\/pizzicato5_3-710x322.jpg 710w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>Por sua vez Yasuharu Konishi continua ainda hoje a produzir variadas bandas e projectos musicais (Tokio Coolest Combo, Kyoko Fukada and the 2 Tones, Mari Natsuki entre muitos outros), a remisturar muitos temas de outros projectos e a lan\u00e7ar alguns dos seus projectos musicais em variadas colect\u00e2neas internacionais e alguns \u00e1lbuns de originais e compila\u00e7\u00f5es pessoais.<\/p>\n<p>Para tr\u00e1s ficou uma obra bastante recheada de magn\u00edficas can\u00e7\u00f5es pop, bastante diversificada, mas sempre com uma marca vincada. A forma como os P5, atrav\u00e9s da exposi\u00e7\u00e3o internacional da sua obra, marcaram a m\u00fasica actual estar\u00e1 ainda por definir, dividindo-se as opini\u00f5es. Enquanto muitos consideram esta banda como uma das mais &#8216;inovadoras&#8217; na forma de reciclar diversas influ\u00eancias Pop do passado, ainda existem muitos que consideram os P5 como apenas uma banda que causou um pequeno abalo na Pop dos 90, mas que n\u00e3o deixou consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>Mas existe um facto que \u00e9 ineg\u00e1vel: os Pizzicato Five abriram as portas a muitos apreciadores de Pop a descobrirem o que estaria a acontecer musicalmente no Jap\u00e3o nos finais dos anos 90, fazendo tamb\u00e9m crescer um interesse por v\u00e1rios movimentos e tend\u00eancias musicais internacionais dos anos 60, que marcaram muitos dos constantes revivalismos que temos assistido nos \u00faltimos 10 anos.<\/p>\n<p><b>Discografia<\/b><\/p>\n<p><b>1985:<\/b> Audrey Hepburn Complex (single)<br \/>\n<b>1986:<\/b> In Action (AKA Pizzicato Five in Action)<br \/>\n<b>1987:<\/b> Couples; Pizzicatomania<br \/>\n<b>1988:<\/b> Bellissima!<br \/>\n<b>1989:<\/b> By Her Majesty&#8217;s Request<br \/>\n<b>1990:<\/b> Soft Landing on the Moon; Lover&#8217;s Rock<br \/>\n<b>1991:<\/b> This Year&#8217;s Model (EP); London-Paris-Tokyo (EP); Readymade Recordings (EP live); This Year&#8217;s Girl<br \/>\n<b>1992:<\/b> Sweet Pizzicato Five; Pizzicato Free Soul (2 LP)<br \/>\n<b>1993:<\/b> Instant Replay (live); Sweet Soul Revue; Bossa Nova 2001; Souvenir 2001; Expo 2001; Free soul 2001 (2 LP)<br \/>\n<b>1994:<\/b> A Television&#8217;s Workshop (EP); Overdose; Made in USA; Five By Five (EP)<br \/>\n<b>1995:<\/b> TYO: Big Hits &amp; Jet Lags 1991-1995; Quickie #1 (EP, Out of Print); Quickie #2 (EP, Out of Print); Happy Sad \/ Unzipped (EP); Romantique 96; The Sound of Music; A Quiet Couple (vers\u00f5es intrumentais de Couples); Antique 96; Non-Standard Years &#8217;85-&#8217;86<br \/>\n<b>1996:<\/b> Combinaison Spaciale; Sister Freedom Tapes; Great White Wonder: Rare Masters 1990-1996<br \/>\n<b>1997:<\/b> Happy End of the World; Porno 3003 (EP); Mon Amour Tokyo (EP); Big Hits &amp; Jet Lags 1994-1997; Mon Amour Tokyo 2 (EP);<br \/>\n<b>1998:<\/b> Readymade Records Remixes; Remix Album &#8211; Happy End of You; The International Playboy &amp; Playgirl Record (AKA Playboy &amp; Playgirl); Pizzicatomania! (reedi\u00e7\u00e3o)<br \/>\n<b>1999:<\/b> Darlin&#8217; of Discotheque (EP); Nonstop to Tokyo (EP); Perfect World (EP); Pizzicato Five (TM) (AKA Pizzicato Five)<br \/>\n<b>2000:<\/b> Remix 2000; Overdose (reedi\u00e7\u00e3o); Bossa Nova 2001 (reedi\u00e7\u00e3o); Romantique 96 (reedi\u00e7\u00e3o); Sweet Pizzicato Five (reedi\u00e7\u00e3o); This Year&#8217;s Girl (reedi\u00e7\u00e3o); Voyage a Tokyo (EP); The Fifth Release From Matador<br \/>\n<b>2001:<\/b> C\u00e0 Et L\u00e0 Du Japon ; Pizzicato Five R.I.P.: Big Hits &amp; Jetlags 1998-2000<br \/>\n<b>2004:<\/b> Band of the 20th Century: Sony Years, 1988-1990<\/p>\n<p><b>Nota:<\/b><br \/>\nEsta lista \u00e9 apenas uma &#8216;discografia elementar&#8217; e n\u00e3o uma listagem completa, tendo sido recolhida entre v\u00e1rias fontes, nem sempre concensuais, mas seguras e oficiais. S\u00e3o aqui listados apenas os lan\u00e7amentos &#8216;centrais&#8217; da banda, excluindo in\u00fameros bootlegs e bandas sonoras para televis\u00e3o e algumas obras com lan\u00e7amento restrito (promos e raridades sem lan\u00e7amento comercial generalizado). Existem tamb\u00e9m algumas colect\u00e2neas de tributo aos P5 (de outros artistas) que n\u00e3o est\u00e3o incluidas nesta lista, mas que dever\u00e3o suscitar o interesse dos fans mais &#8220;ardcore&#8221; e a que aconselho a procura.<\/p>\n<p><b>Escrito por: Nuno Barradas<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sendo um dos mais famosos projectos musicais fora do Jap\u00e3o, os Pizzicato Five (ou P5) s\u00e3o ainda hoje, passados cerca de cinco anos desde o t\u00e9rmino das actividades como colectivo,&nbsp;[ &hellip; ]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29239,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1283,9],"tags":[1505,1506,1503,1504],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7921"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7921"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29243,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7921\/revisions\/29243"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29239"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.clubotaku.org\/niji\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}