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Dragon Ball Z: Budokai

O jogo baseado na série Dragon Ball – a popular saga de Akira Toriyama. Programado pela Inforgrames, com licença da Bandai. Contém 23 lutadores no modo historia.
O jogo leva-nos a seguir as séries animadas de Dragon Ball Z, desde Saiyan Saga até ao combate final com Cell.

E ao jogar… Nota-se que é um jogo muito limitado, ou seja, se procuras um jogo de intenso de luta, existem melhores alternativas no mercado (Tekken 4, Soul Blade 2), mas isto é fácil de dizer para quem não é um adepto… Mas para um otaku do Dragon Ball, a coisa muda.

Foi uma série de grande impacto tanto lá fora como em Portugal nos anos 90. A série foi perdendo interesse, porque tinha um dilatadísimo argumento. A estética inovadora e vanguardista, e um desenhor fantástico.

Para o amante de Dragon Ball e de bons jogos de consola, ver aqui um jogo que retrata as aventuras de Goku e amigos, pode ser toda uma decepção. Uma coisa é ver o jogo em screenshots – e neste aspecto, o jogo parece-se com os desenhos animados – outra coisa é jogá-lo, e é aqui que a diferença se sente. É um jogo com uma técnica básica de uso, a jogabilidade é pois reduzida.

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Um erro evidente, é tentar “sacar” um ataque onda Kame com o Goku, mas préviamente, temos que dar três murros – é incoerente. E quando as personagens voam, fica no ar a sensação de perca de localização.

Não é um jogo de fim da linha, existem jogos bem piores – aqueles que basta ir premindo uma tecla infinitamente, e até se ganha o combate (dead or alive, virtua fighter). A jogabilidade não ajuda, a falta de polígonos também não – está desculpado por ser um jogo de desenhos animados. Os cenários, que reprentam alguns dos mundos vistos na série de tv, são de um minimalismo atroz, os amarelos e verdes abusam à deriva nos nossos olhos, e para terminar o enrredo, os cenários são limitadissimos em interactividade – na série, mundos inteiros, cidades, rochas, asteroides eram destruídos durante os combates – e neste jogo? É mínima a interactividade com o contexto de cores atrozes.

É mínima a interactividade com o cenário. É uma pena, devia ter sido este um dos pontos fortes do jogo. Quem não sente a adrenalina a subir, quando destroi uma parede, ou quando descobre que por trás o edificio à mais edificios para mandar abaixo?

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Em conclusão:
Depois de bem assimiladas as combinações, o jogo tornou-se prevísivel. Existe pelo menos uma combinação, que facilita imenso ganhar os combates. Neste aspecto, a inteligência artificial deixa a desejar. O jogo tem segredos: conseguir mais lutadores – como por exemplo, o Satan e o Great Saiyaman. É mais um jogo de luta no mercado, há melhores alternativas noutra qualquer plataforma. É um jogo recomendado apenas para fanáticos.

Autor:SID

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