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Change

“Change” passou entre Maio e Julho de 2008 em horário nobre na FUJI TV.

A morte do presidente da câmara de Fukuoka obrigou a que o partido tivesse de escolher de forma inesperada um sucessor para o cargo e o presidente do partido em questão, decidiu que o melhor sucessor para o cargo seria o filho do ex-presidente, Asakura Keita (Kimura Takuya). Assim escolhe envia a sua secretária pessoal, eficiente e ambiciosa, Miyama Rika (Fukatsu Eri) para convencer Asakura a aceitar a candidatura à câmara de Fukuoka.

A tarefa não era fácil pois Asakura não passava de um professor de escola primária em Nagano e não tinha qualquer interesse em política. Contudo, com a pressão de Rika e da sua família que gostava de vê-lo seguir os passos do pai, de forma hesitante, Asakura aceita finalmente candidatar-se ao cargo. Devido a ajuda de um peculiar estratega de marketing político, Nirasawa Katsutoshi (Abe Hiroshi), Asakusa consegue ser eleito para a câmara. Contudo, o seu estilo de governação era bastante peculiar e diferente. Um estilo carismático e sincero. Estilo este que começou a chamar a atenção da política nacional e da imprensa.

Quando o Primeiro Ministro do Japão é forçado a abandonar o cargo acusado de assédio sexual, a imprensa e o partido fazem pressão para que Asakura que candidate ao cargo de Primeiro Ministro. E assim se sucede. O partido considerava Asakura um fantoche fácil de controlar para continuar a seguir as políticas que lhes convierem, mas, acontece que Asakura Keita tem perspectivas e planos diferentes. Assim, Keita prossegue no poder tentando melhorar a condição política e social do Japão com as suas medidas inovadoras e tentando, acima de tudo, corrigir a corrupção do seu partido.

images/cinema/change/change_1_b.jpg|images/cinema/change/change_1.jpgimages/cinema/change/change_2_b.jpg|images/cinema/change/change_2.jpgimages/cinema/change/change_3_b.jpg|images/cinema/change/change_3.jpg

Lendo a sinopse este pode parecer um dorama muito sério, mas desengane-se quem assim pensar. É um dorama leve, engraçado, que coloca enfâse em situações pessoais humorísticas do personagem principal. Relata as suas vivências com o seu staff e até com as suas fangirls que começam a surgir ao longo da campanha para apoiarem o político mais sexy do paralamento. Claro que não se pode dizer que não haja uma crítica à política japonesa, até porque a novela chegou a vir à imprensa como ataque comparativo entre o herói da série e o real Primeiro Ministro do Japão da altura (Yasuo Fukuda), acusando o PM de falta de carisma. O centro romântico da história, representado com uma química muito especial entre os actores, passa-se entre Asakura e Rika, a secretária.

A música do final que Madonna cedeu à série, “Miles Away” fez com que o dorama fosse noticiado em vários jornais americanos.

Um dorama divertido que valeu a Kimura Takuya dois óscares de melhor representação no 57th Television Drama Academy Awards e no 12th Nikkan Sports Drama Grand Prix.

Autor:Sara F. Costa

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